- Surge o movimento Ginjal – Memória e Futuro para defender o Cais do Ginjal e exigir respostas sobre o seu futuro.
- O grupo pretende ouvir várias perspetivas antes de questionar entidades, desde o proprietário maioritário até à Câmara Municipal de Almada.
- A autarquia afirma que o plano para o local está a ser alterado para favorecer o espaço público e afastar a construção da margem.
- O Cais do Ginjal é visto como uma “pérola” e há preocupação em preservar a memória do que ali ocorreu.
- Existem questões jurídicas por esclarecer relacionadas com a situação da área ribeirinha.
O Ginjal – Memória e Futuro é o novo movimento de cidadãos criado em Almada para debater o Cais do Ginjal. O grupo surge com o objetivo de preservar a memória do espaço e questionar o futuro da zona ribeirinha, descrita como uma “pérola” pela comunidade. A iniciativa ganhou força nas últimas semanas, com um manifesto de preservação da história local.
Os membros pretendem ouvir várias perspetivas antes de apresentar perguntas às entidades envolvidas, incluindo o proprietário maioritário e a autarquia. O movimento enfatiza a necessidade de debater ideias para clarificar o destino do Cais do Ginjal e evitar que o passado seja esquecido.
O que está a mudar no projecto
A Câmara Municipal de Almada indicou ao público que existem questões jurídicas por esclarecer. Além disso, afirmou que o plano para a área está a sofrer alterações para favorecer o espaço público e afastar a construção da margem. O município não detalha prazos, mas promete transparency sobre as alterações em curso.
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