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Por que não se podem devolver embalagens amassadas ao sistema Volta

Embalagens amassadas não são aceitadas pelo sistema Volta, pois a leitura ótica falha e impede o reembolso; após validação, são comprimidas e registadas para traçar o percurso

O sistema de depósito e reembolso rejeita embalagens amassadas
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  • Embalagens com o símbolo Volta não podem ser devolvidas amassadas, porque a deformação pode comprometer a leitura ótica do código de barras e impedir a validação do reembolso.
  • Após a leitura correta e a validação do reembolso, a embalagem é comprimida pela máquina de devolução para integração no processo de recolha.
  • O sistema regista digitalmente o percurso da embalagem para garantir a rastreabilidade do resíduo, com código sequencial próprio e fecho inviolável nos sacos.
  • As máquinas também verificam características físicas (forma, dimensões, peso e material) para confirmar que a embalagem está incluída no sistema.
  • Podem depositar apenas garrafas e latas de plástico ou metal com capacidade até três litros e que exibam o símbolo Volta; embalagens de vidro, ECAL, Tetra Pak ou com mais de 25% de origem láctea ficam de fora.

A depreciação das embalagens com o símbolo Volta pode impedir a validação automática do depósito. Em causa está a leitura do código de barras e a identificação do resíduo pela máquina de devolução. Sem leitura correta, o reembolso não é realizado.

A SDR Portugal, gestora do sistema, explica que a forma da embalagem influencia a leitura ótica. Embalagens deformadas, amassadas ou danificadas podem bloquear o processamento e interromper o circuito de recolha e reembolso.

Quando a leitura é efetuada com sucesso, o reembolso é efetuado e a embalagem passa a ser comprimida dentro da máquina de devolução. Este processo faz parte da rastreabilidade do sistema e do controlo do fluxo de resíduos.

Como funciona a leitura e rastreabilidade

Cada unidade possui um código de barras que permite à máquina confirmar a existência de um depósito. Após a validação, a embalagem é comprimida e encaminhada para o processamento dentro de sacos selados com código sequencial.

A gestão esclarece ainda que a condição física serve para confirmar a igualdade entre a embalagem e o regime Volta. A verificação física envolve forma, dimensões, peso e material da embalagem.

O que é aceite e o que fica de fora

As máquinas aceitam apenas garrafas e latas de plástico ou metal com até três litros e com o selo Volta. Garrafas de vidro, embalagens ECAL e Tetra Pak ficam de fora do sistema, tal como bebidas com mais de 25% origem láctea.

Além disso, embalagens sem o selo Volta são rejeitadas. A SDR Portugal reforça que, para ser devolvida, a embalagem deve estar vazia, com tampa (quando aplicável) e com código de barras legível.

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