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Projeção de aquecimento global reduz 1 °C devido a energias renováveis

Projeção de aquecimento até 2100 é revogada para 3,5 °C pela queda de custos das renováveis; ainda assim cenários de emissões altas mantêm riscos significativos

ARQUIVO – Uma mulher usa um leque para proteger o rosto do sol em Londres durante a onda de calor de 18 de julho de 2022.
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  • A projeção máxima de aquecimento global até 2100 caiu de 4,5 °C para 3,5 °C acima dos níveis pré-industriais, devido à redução de custos de renováveis.
  • Os novos cenários foram criados pelo Scenario Model Intercomparison Project (ScenarioMIP) e serão usados em avaliações futuras do IPCC.
  • Mesmo assim, os cenários mais pessimistas continuam muito acima do limite de 2 °C acordado no Acordo de Paris, com consequências desastrosas previstas.
  • O estudo oferece cenários que vão desde emissões elevadas até neutralidade carbónica rápida, com projeções estendidas até o ano 2500.
  • Mesmo com políticas de mitigação fortes, existe possibilidade de impactos irreversíveis em componentes lentos do sistema terrestre, como o nível do mar e mantos de gelo.

A projeção máxima de aquecimento global foi revista em baixa, devido à queda de custos de energias renováveis e a políticas de mitigação mais eficazes. O Scenario Model Intercomparison Project (ScenarioMIP) aponta agora um teto de cerca de 3,5 °C até 2100, em relação aos 4,5 °C previstos anteriormente. Os resultados serão integrados nas avaliações futuras do IPCC.

Apesar da redução, os cientistas alertam que o aumento continua elevado e pode causar impactos significativos. Mesmo com melhoria, o cenário pessimista permanece muito longe do limite de 2 °C acordado no Acordo de Paris. As previsões destacam a importância das políticas climáticas para reduzir emissões.

Os modelos consideram várias trajetórias de emissões, uso do solo e consumo de energia. Fatores como o custo de renováveis, o crescimento económico e a cooperação internacional influenciam as projeções para 2100. A falta de cooperação pode comprometer progressos e manter riscos elevados.

Como foram modeladas as temperaturas futuras

Foram simulados cenários com diferentes políticas climáticas e níveis de mitigação. Em cenários de emissões altas, a temperatura tende a subir mais, mesmo com avanços tecnológicos. Em cenários de neutralidade carbónica mais rápidas, o aumento pode ser limitado, mas não eliminado.

A pesquisa também analisa o papel das fontes de energia e da adaptação. O custo decrescente das renováveis tem sido um fator determinante para reduzir projeções extremas. Contudo, questões como disponibilidade de minerais e disputas comerciais podem manter o cenário mais mitigado em aberto.

Cenários alternativos e impactos

Os cenários vão desde emissões elevadas até reduções rápidas até 2500. Sem mudanças de políticas, a subida pode chegar a cerca de 2,5 °C. Com medidas aceleradas, a trajetória pode ficar mais próxima de 2 °C, ainda que com custos e impactos regionais. A elevação do nível do mar e efeitos sobre ecossistemas permanecem preocupantes.

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