- Carlo Ginzburg, historiador italiana, morreu aos 87 anos em Bolonha nesta quarta-feira.
- Foi uma das grandes referências da microhistória na historiografia contemporânea.
- O termo microhistória foi uma etiqueta associada ao seu trabalho, embora o próprio Ginzburg tenha colocado reservas sobre o sentido do método num pequeno “manifestino” de 1979.
- A notícia da morte foi anunciada pela filha, Liza Ginzburg, nas redes sociais.
- O “efeito Ginzburg” permanece como referência metodológica na investigação histórica.
Carlo Ginzburg (1939-2026), historiador italiano, faleceu com 87 anos em Bolonha, onde residia. A notícia foi anunciada pela filha Liza Ginzburg nas redes sociais. O histórico ficou conhecido pela microhistória, linha de investigação que recorre a ferramentas humanas e literárias.
A microhistória assumiu um papel central na sua obra, como método de análise de pequenas situações para compreender contextos amplos. Ginzburg chegou a publicar em 1979 um pequeno manifesto, denominado por ele de manifestino, esclarecendo o sentido do seu método.
O legado de Ginzburg inclui o uso de fontes não convencionais e uma atenção aos detalhes que revelam práticas culturais e comportamentos sociais. A atuação dele influenciou gerações de historiadores e pesquisadores das ciências humanas.
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