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Gangue simula atropelamentos para ludibriar doentes à saída dos hospitais

Três homens, incluindo motorista de UBER, simulavam atropelamentos para extorquir idosos vulneráveis em Oeiras e Lisboa; dois já detidos

Víitmas eram enganadas com falsos atropelamentos
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  • Gangue de três homens, incluindo um motorista de TVDE, simulava atropelamentos para burlar doentes à saída de hospitais em Oeiras e no hospital da Luz, em Lisboa.
  • O grupo atuou pelo menos entre finais de 2024 e março deste ano, mirando pessoas com 70 anos ou mais, incluindo casos com Parkinson e cancro.
  • Feitavam ter ficado feridos ou com telemóveis partidos para convencer as vítimas a parar, depois exigiam dinheiro ou faziam ameaças.
  • Dois dos três suspeitos foram detidos; o terceiro mantém-se em investigação.
  • O juiz de instrução criminal de Cascais acusou-os de desrespeito total pelos valores da norma penal, explorando a fragilidade das vítimas.

Dois ou três homens planeavam ataques para explorar a vulnerabilidade de doentes e pessoas com menos capacidade de defesa. O grupo simulava atropelamentos para obter dinheiro em restaurantes de estacionamento de centros comerciais e unidades hospitalares.

Entre finais de 2024 e março deste ano, o trio atuou em Oeiras e na região de Lisboa, incluindo o hospital da Luz. As vítimas tinham 70 anos ou mais; entre elas duas com doenças graves, Parkinson e cancro. As simulações buscavam induzir as vítimas a sair do local ou permanecer desprotegidas.

As vítimas eram confrontadas com relatos de ferimentos simulados, com danos nos telemóveis ou telas. Na prática, quem cedia rapidamente o dinheiro era alvo da exigência, enquanto outras eram ameaçadas. Em investigações, dois assaltantes foram detidos pela justiça.

Detenção e enquadramento penal

O juiz de instrução criminal de Cascais criticou fortemente o comportamento dos suspeitos, evidenciando desrespeito pelos valores da norma penal. A intervenção visava prejudicar pessoas fragilizadas, colocando-as em situação de medo e insegurança.

Em paralelo, as autoridades confirmaram que as investigações continuam para apurar a participação do terceiro elemento. Não há indicação de que haja mais envolvidos além dos dois detidos até ao momento.

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