Jorge Fonseca, judoca português, afirmou publicamente que nunca foi arguido nem suspeito no caso conhecido como “Uber da Droga”. O desmentido surge após a condenação do principal responsável pela rede de tráfico de estupefacientes.
O atleta divulgou o esclarecimento via Instagram, destacando que a ligação ao caso limitou-se ao que foi tornado público. Reforçou que não participou nem cometeu qualquer ilícito relacionado com tráfico ou consumo de drogas.
Fonseca acrescentou que nunca teve ligação com substâncias ilícitas e que a situação foi devidamente esclarecida junto das autoridades competentes. Lembrou que é atleta de alta competição e está sujeito a controlo antidoping.
Contexto do processo
O acórdão do Juízo Central Criminal de Lisboa condenou Nuno Santos, conhecido como “Uber da Droga”, a cinco anos e seis meses de prisão efetiva por tráfico de estupefacientes. A rede terá operado entre agosto de 2023 e novembro de 2024.
A investigação revelou uma interceção telefónica com Leonel Nhaga, braço-direito do principal arguido, que envolveu o nome de Fonseca. O processo também mencionou outras figuras públicas, incluindo José Carlos Pereira e Marta Gil, que negaram qualquer envolvimento.
Os dois artistas não foram constituídos arguidos no processo. Fonseca lamentou o incómodo causado à família, ao clube e aos apoiantes, garantindo que manterá o foco na carreira desportiva e na vida pessoal com maior responsabilidade.
Entre na conversa da comunidade