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Camionista condenado por disparar 20 vezes contra arquiteto em Tomar

Camionista condenado a seis anos e seis meses de prisão efetiva por disparar mais de 20 vezes contra o arquiteto em Tomar, com resistência à GNR.

Tribunal de Santarém condenou motorista
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  • O Tribunal de Santarém condenou a seis anos e seis meses de prisão efetiva um camionista de pesados por disparar mais de 20 vezes para ameaçar de morte um vizinho arquiteto, na Serra, no concelho de Tomar.
  • O incidente ocorreu a 8 de agosto do ano passado, começando numa coletividade local onde o arguido agrediu o vizinho, com quem tinha uma antiga inimizade.
  • Cerca de duas horas depois, o mesmo homem procurou uma caçadeira ilegal na casa do vizinho e efetuou cerca de quinze disparos para o ar e quatro contra as portas, proferindo ameaças de morte.
  • O arquiteto e a mulher refugiaram-se no escritório e chamaram a GNR; o arguido disparou ainda para o ar junto à patrulha e trancou-se na casa até se entregar, entregando a arma às autoridades.
  • O tribunal considerou o crime de dano com violência, a detenção de arma proibida e resistência e coação sobre funcionário. O arguido já tinha uma condenação francesa por violação, em 2006.

O Tribunal de Santarém condenou um motorista de pesados a seis anos e seis meses de prisão efetiva por disparar mais de 20 vezes contra um vizinho. O caso ocorreu na Serra, Tomar, em 8 de agosto do ano passado, após uma relação de inimizade entre os dois.

Cerca de duas horas depois, irritado pela participação da vítima numa agressão à GNR, o arguido voltou à casa do vizinho e buscou uma caçadeira ilegal. Desferiu cerca de 15 disparos para o ar e quatro contra a porta de entrada e da residência, sempre com ameaças de morte.

Temendo pela vida, o arquiteto refugiou-se no escritório com a esposa e pediu novas forças policiais. O arguido disparou de novo ao ver a patrulha, trancou-se na habitação e acabou por entregar-se à GNR, entregando a arma do crime.

O colectivo de juízes pronunciou a condenação por crime de dano com violência, detenção de arma proibida e resistência e coação sobre funcionário. O acórdão menciona ainda um relatório social. A nota histórica inclui uma condenação francesa de 2006, de seis anos, por violação.

Fonte: Tribunal de Santarém.

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