- O Tribunal da Relação de Guimarães recusou o afastamento das três juízas do julgamento do homicídio de Manu, que estava suspenso no Tribunal de Braga.
- A Relação entendeu que não está em causa a imparcialidade das magistradas e que não houve pré-julgamento dos factos.
- A defesa do rapper Matheus Marley Machado tinha pedido o afastamento, alegando que a juíza-presidente já teria uma convicção antes da conclusão do julgamento.
- A Relação concluiu que, se houvesse convicção prévia, não se entenderia a admissibilidade de mais prova durante o processo.
- O julgamento recomeçará nos próximos dias.
O Tribunal da Relação de Guimarães recusou o afastamento das três juízas que integram o julgamento do caso do homicídio de Manu. A decisão mantém o processo no âmbito do Tribunal de Braga, com o julgamento a recomeçar nos próximos dias. A Relação considerou não haver risco de imparcialidade.
Manu, de 19 anos, foi esfaqueado na madrugada de 12 de abril de 2025 junto ao Bar Académico de Braga. O caso tem gerado grande presença mediática e envolve o raper Matheus Marley Machado, acusado de homicídio.
A defesa de Machado pediu o afastamento das juízas, alegando que a juíza-presidente já possuía uma convicção antes da conclusão do julgamento. Alega também que o processo deveria ser repetido.
A Relação de Guimarães sustentou que não houve pré-julgamento. Argumentou que admitir mais provas é compatível com o andamento do processo e não demonstra qualquer convicção prematura.
Próximos passos
O julgamento deverá prosseguir nos próximos dias, com a continuação da produção de prova conforme decidido pelo Tribunal Coletivo. Os dettagli adicionais do caso ainda não foram anunciados.
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