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Soldado dos EUA acusado de usar informação privilegiada numa aposta sobre Maduro

Sargento-mor das forças especiais é acusado de usar informações confidenciais para lucrar com apostas online sobre a captura de Nicolás Maduro, com ganho de 342 mil euros

Foto: Presidência dos EUA / AFP
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  • Um soldado norte‑americano, Gannon Ken Van Dyk, foi acusado de usar informações privilegiadas para ganhar cerca de 400 mil dólares num mercado de apostas online sobre a captura de Nicolás Maduro.
  • A acusação afirma que Van Dyk integrou a operação para capturar Maduro em janeiro e aproveitou o seu acesso a informações confidenciais para lucrar no site Polymarket.
  • O caso foi apresentado pelo Ministério Público Federal de Nova Iorque; o Pentágono encaminhou as questões ao Exército e ao Departamento de Justiça.
  • Van Dyk é acusado de uso ilegal de informações governamentais confidenciais, roubo de informações não públicas, fraude de mercadorias, fraude eletrónica e transação monetária ilegal.
  • O militar ingressou no Exército em 2008, foi promovido a sargento-mor em 2023 e estava destacado em Fort Bragg, Carolina do Norte.

Um soldado norte-americano foi acusado de usar informações privilegiadas para lucrar com apostas sobre a captura de Nicolás Maduro. Gannon Ken Van Dyk, destacado em Fort Bragg, é acusado de ter ganho cerca de 400 mil dólares numa plataforma de apostas online.

A acusação sustenta que Van Dyk usou informações confidenciais do governo para beneficiar as suas apostas na Polymarket. A matéria foi divulgada pelo Ministério Público Federal de Nova Iorque.

Conhecido como sargento mento, Van Dyk ingressou no Exército em 2008 e, segundo a acusação, foi promovido a Master Sergeant em 2023. A investigação envolve ainda o uso de informações não públicas e transações associadas.

Detalhes do caso

As autoridades alegam crimes de uso ilegal de informações governamentais, roubo de informações não públicas, fraude de mercadorias, fraude eletrónica e transação monetária ilegal. O Pentágono remeteu o caso ao Exército e ao Departamento de Justiça.

O Comando de Operações Especiais dos EUA não respondeu a pedidos de comentário. A acusação afirma que o episódio ocorreu no contexto de uma operação para capturar Maduro em janeiro.

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