- O presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP), Frederico Morais, diz que as cadeias estão a “um passo de rebentar” devido à demora na implementação de promessas da ministra da Justiça, Rita Júdice.
- O acordo, assinado no início de dezembro de 2025, previa concurso para 225 novos guardas este ano e 300 no próximo, bem como alterações à idade de admissão e pagamento de todas as horas extra.
- Quase cinco meses depois, o SNGP acusa que nada foi feito e que há défice de 1.500 guardas.
- Morais adianta uma reunião marcada para 29 de abril com o secretário de Estado da Justiça; caso seja inconclusiva, admite protestos.
- A instituição aponta que apenas 55 novos elementos entrarão em julho, o que considera insuficiente para a atual situação.
O presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP) afirma que as cadeias estão à beira de uma crise, citando a demora na realização das promessas do Governo. A queixa central é a falta de progressos após o acordo assinado pela ministra da Justiça, Rita Júdice, com representantes da classe.
O documento, assinado no início de dezembro de 2025, previa concursos para 225 novos guardas ainda neste ano e 300 no próximo. Também previa alterações nas idades de admissão e o pagamento integral das horas extraordinárias.
Quase cinco meses depois, o SNGP sustenta que nada foi concretizado. Em comunicado, o sindicato aponta a existência de uma reunião agendada para 29 de abril com o secretário de Estado da Justiça. Caso o resultado seja inconclusivo, há a possibilidade de protestos.
Frederico Morais, presidente do SNGP, afirma haver um défice de 1500 guardas e que a disponibilidade de apenas 55 novos elementos a partir de julho é insuficiente para responder à demanda de serviço.
Desdobramentos e próximos passos
A direção do SNGP diz estar preparada para avançar com ações de protesto caso não haja avanços na implementação do acordo. O sindicato reforça a necessidade de reforços urgentes para assegurar condições de trabalho e funcionamento das cadeias.
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