Susana Gravato, vereadora da Câmara de Vagos, foi morta em casa. O primeiro disparo atingiu-a na cabeça, enquanto estava ao telefone, no sofá. Ainda ferida, viu o filho de 14 anos com a arma na mão e tentou demovê-lo de atirar.
O menor foi condenado a três anos de internamento em regime fechado. A juíza disse que o jovem apresenta traços psicopáticos e que não houve demonstração de arrependimento.
Segundo a decisão, o crime ocorreu em Vagos. As circunstâncias apontam para uma tentativa de intervenção da vítima para evitar o homicídio, que acabou por ser fatal.
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