- José Castelo Branco apresentou queixa contra Roger Basile, filho de Betty Grafstein, por roubo de vários bens do seu apartamento em Nova Iorque.
- O julgamento está marcado para o dia 20 de abril, avança o socialite ao Dioguinho e foi comentado no programa Noite das Estrelas, da CMTV.
- A lista de objetos roubados é extensa, incluindo roupa e obras de arte, avaliados em dois milhões de dólares (1,7 milhões de euros).
- Alega-se que Basile terá esvaziado o apartamento, entregando as peças a uma leiloeira e possivelmente vendendo-as; caso se prove que as peças eram de Castelo Branco, a venda pode ser anulada e as peças devolvidas ao proprietário.
- Para além disso, surge a leitura de que a Sotheby’s opera internacionalmente, o que pode complexificar o caso; especialistas comentam que é preciso provar roubo e má-fé, com eventual restituição do dinheiro.
O socialite português José Castelo Branco vai a tribunal contra Roger Basile, filho de Betty Grafstein, por alegado roubo de bens do seu apartamento em Nova Iorque. O processo tem data marcada para 20 de abril, após a queixa apresentada por Castelo Branco ter chegado aos tribunais. A informação foi partilhada pelo próprio no programa Noite das Estrelas, da CMTV.
A acusação envolve uma lista de objetos que inclui roupas, obras de arte e peças de família. Os itens, avaliados em cerca de 2 milhões de dólares, teriam sido entregues a uma leiloeira e, alegadamente, colocados à venda. A defesa pode exigir a devolução de bens caso se prove que pertencem ao autor da queixa.
Analistas ouvidos pelo jornal comentaram que, para além da posse, será necessário provar que Roger atuou de má-fé. O caso envolve também uma potencial cooperação com instituições internacionais, dada a atuação global da leiloeira Sotheby’s. A investigação pode avançar para etapas adicionais, conforme o desenrolar do processo.
O apartamento em Nova Iorque, sinalizam fontes, ficou desocupado à chegada de Castelo Branco, que encontrou o espaço vazio de bens há quase um ano. O desfecho dependerá das provas apresentadas em tribunal e da avaliação legal das peças alegadamente roubadas. As informações são baseadas em declarações públicas e na cobertura do caso.
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