- Suspeito de rapto do gestor e sócio de restaurante de luxo em Vale do Lobo, Algarve, ficará em prisão preventiva até ao julgamento.
- Interrogatório por juiz de instrução criminal concluiu existir perigo de fuga e de continuação da atividade criminosa.
- Detido tinha relação de muita proximidade com a vítima e poderá ter sido o mentor do crime; há dois suspeitos em fuga considerados envolvidos no rapto e no roubo.
- O suspeito está a colaborar com as autoridades e nega participação no homicídio; conhecia as rotinas de Ricardo Claro.
- Além do dinheiro das contas, foi roubada uma quantia considerável do cofre do restaurante onde a vítima trabalhava.
O homem detido por envolvimento no rapto do gestor e sócio de um restaurante de luxo, em Vale do Lobo, Algarve, permanecerá em prisão preventiva até ao julgamento. O juiz de instrução criminal concluiu que existem motivos de perigo de fuga e de continuação da atividade criminosa.
O suspeito continua a ser interrogado, num processo que envolve também alegada proximidade com a vítima e possível papel de mentor no crime. A Autoridade tem também a certeza de que existem mais dois suspeitos, que teriam participado no rapto e no roubo, e que permanecem em fuga.
Situação processual
De acordo com o CM, o detido terá colaborado com as autoridades, embora negue qualquer participação no homicídio da vítima. O mesmo jornal adianta que o roubo incluiu não apenas dinheiro das contas, mas também uma soma avultada retirada do cofre do restaurante.
Montante roubado
A PJ entende que o grupo levou uma quantidade significativa de dinheiro, proveniente de contas bancárias e do cofre do estabelecimento. O estado atual do processo aponta para a existência de mais envolvidos a meio do crime, ainda não identificados.
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