- A Rússia atacou várias regiões da Ucrânia, incluindo Kiev, resultando em pelo menos 16 mortes e dezenas de feridos, entre as quais uma criança de 12 anos em Kiev.
- O ataque envolveu 659 drones e 44 mísseis, sendo 19 balísticos Iskander e 25 mísseis de cruzeiro, num dos bombardeamentos mais intensos desde 24 de fevereiro de 2022.
- Odessa registou o maior número de mortos (oito), seguidas por Kiev (quatro) — incluindo a criança — Dnipro (três) e Zaporíjia (um).
- O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano classificou o ataque como crime de guerra e pediu condenação firme internacional, bem como aumento da pressão sobre Moscovo; persiste a tentativa de desbloquear o pacote de ajuda da União Europeia de 90 mil milhões de euros.
- Zelensky disse ter instruído a Força Aérea a contactar parceiros para garantir fornecimentos de mísseis Patriot e outros, numa altura em que a Ucrânia enfrenta dificuldades defensivas devido a limitações de mísseis; o conflito EUA-Irão tem atrasado negociações de paz.
O ataque russo à Ucrânia provocou pelo menos 16 mortes numa ofensiva que incluiu várias regiões, entre elas Kiev. Foram usados 659 drones e 44 mísseis, incluindo 19 mísseis balísticos Iskander e 25 de cruzeiro. Este foi um dos bombardeamentos mais intensos desde 24 de fevereiro de 2022.
As vítimas mais numerosas ocorreram em Odessa (8), seguidas de Kiev (4, incluindo uma criança), Dnipro (3) e Zaporíjia (1). As autoridades ucranianas classificam o episódio como crime de guerra e pedem uma resposta firme da comunidade internacional e novas sanções contra Moscovo.
A Ucrânia enfrenta também dificuldades na defesa, com falhas no fornecimento de mísseis para o sistema Patriot, parcialmente redirecionados para conflitos no Médio Oriente. O Presidente Zelensky pediu que se reforce o apoio com mísseis Patriot e outros sistemas.
Paralelamente, analistas apontam que o conflito está a atrasar negociações de paz, devido à volatilidade entre Estados Unidos e Irão. Zelensky indicou que os negociadores norte-americanos continuam a falar com o Irão, enquanto a prioridade permanece a defesa e a pressão diplomática sobre Moscovo.
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