O cessar-fogo imediato não eliminaria o risco de menor crescimento económico. A recuperação da produção e do transporte de petróleo seria sempre demorada, aponta a análise. O texto alerta para efeitos de longo prazo no mercado energético.
Segundo o estudo, mesmo com o fim da guerra, os impactos seriam sentidos na economia mundial. A normalidade avaliaria-se como lenta, com cicatrizes que persistiriam no crescimento potencial e na inflação.
A investigação sublinha ainda que o Médio Oriente permaneceria como prioridade de risco geopolítico. Mesmo em cenários com fim rápido do conflito, as autoridades viriam a enfrentar desafios estruturais para retomar a produção e as cadeias logísticas.
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