- O Exército de Israel está a investigar uma fotografia que alegadamente mostra um militar a destruir uma estátua de Jesus Cristo com um martelo numa aldeia cristã no sul do Líbano.
- A imagem tem circulado após ser partilhada pelo jornalista palestiniano Yunis Tirawi, tendo como local Debel, na região centro-sul do Líbano.
- Segundo Nadav Shoshani, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, se a imagem for real e recente, não reflete os valores das FDI nem o comportamento esperado dos soldados.
- O porta-voz garantiu que o incidente será minuciosamente investigado e que, se necessário, serão tomadas medidas com base nas conclusões da investigação.
- A aldeia de Debel continua sob ocupação militar israelita. A estátua teria sido retirada da cruz e deixada de cabeça para baixo no chão, numa área exterior à igreja.
O exército israelita está a investigar a veracidade de uma fotografia que supostamente mostra um soldado a destruir com um martelo uma estátua de Jesus Cristo numa aldeia cristã no sul do Líbano. A imagem circula com rapidez nas redes sociais e já é alvo de apuramento oficial.
A fotografia foi partilhada pela jornalista palestiniana Yunis Tirawi na última semana. Segundo a anotação de contexto, a estátua está na aldeia de Debel, na região centro-sul do Líbano, que permanece sob ocupação militar israelita.
O porta-voz do Exército, Nadav Shoshani, afirmou que o incidente não condiz com os valores das Forças de Defesa de Israel e com o comportamento esperado dos militares. O argumento foi usado para justificar a abertura de uma investigação minuciosa, com eventual adoção de medidas conforme as conclusões.
A investigação procura confirmar a autenticidade da imagem e esclarecer as circunstâncias do que supostamente ocorreu.
Contexto da situação no Líbano
De acordo com o jornal israelita Yedioth Ahronoth, a estátua encontrada em Debel foi retirada da cruz e apresentada como alvo da ação imaginada. A notícia reforça a necessidade de apurar a origem da imagem e a sua relação com a ocupação em curso na região.
As autoridades israelitas não adiantaram prazos para o desfecho do inquérito, nem detalhes sobre eventuais responsabilizações. A divulgação de resultados dependerá das conclusões oficiais.
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