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Magyar define linhas vermelhas nas negociações de financiamento com a UE

Magyar define linhas vermelhas nas negociações com a UE sobre fundos, mantendo impostos extraordinários e preparando carta a von der Leyen com pontos de flexibilidade

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, à direita, cumprimenta o novo primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, antes de uma reunião na sede da UE em Bruxelas, na quarta-feira, A
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  • Magyar anunciou, numa conferência de imprensa após a primeira reunião do governo em Ópusztaszer, que enviará quinta-feira uma carta a Ursula von der Leyen com a posição húngara sobre as condições associadas ao financiamento da UE.
  • O governo pretende recuperar 17 mil milhões de euros de financiamento da UE, sendo 10 mil milhões sob o Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR) que podem expirar no final de agosto se não forem absorvidos.
  • Entre as questões-chave estão a recapitalização do Banco de Desenvolvimento Húngaro, a criação de uma empresa de projetos especiais e a forma de estruturar investimentos nos transportes, em caminhos-de-ferro e em caminhos-de-ferro suburbanos, bem como habitação para arrendamento e eficiência energética.
  • Magyar disse que o governo não eliminará gradualmente alguns impostos especiais exigidos pela UE, justificando pressões orçamentais e a necessidade de equilíbrio económico.
  • Uma delegação de alto nível da Comissão Europeia deslocar-se-á a Budapeste na próxima semana para cinco dias de negociações sobre os fundos europeus congelados.

Péter Magyar, novo primeiro-ministro da Hungria, anunciou que o seu governo enviará uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para expor a posição sobre as condições associadas ao financiamento da UE. A comunicação está prevista para quinta-feira.

Magyar avançou ainda que pretende recuperar 17 mil milhões de euros de fundos bloqueados pela gestão de Viktor Orbán, com 10 mil milhões sob o Mecanismo de Recuperação e Resiliência em risco de expirar em agosto se não forem absorvidos. O anúncio foi feito em Ópusztaszer, após a primeira reunião de governo.

O governo húngaro está a rever o programa nacional de desenvolvimento e pretende apresentá-lo à UE até ao final de maio. Magyar admitiu que algumas condições são politicamente sensíveis e não devem ser seguidas integralmente.

Pontos-chave das negociações

Entre as questões identificadas por Magyar estão a recapitalização do Banco de Desenvolvimento Húngaro, a criação de uma empresa de projetos especiais e a forma de estruturar investimentos em transportes, ferrovias e ferrovias suburbanas para tornar os projetos aceitáveis.

A equipa também trabalha em planos de habitação para arrendamento e em programas de eficiência energética, com planos de alinhar com a economia e o povo húngaro.

Perspetiva sobre condições da UE

Magyar indicou que não pretende eliminar gradualmente alguns impostos setoriais exigidos pela UE, argumentando que a medida é economicamente favorável, mas inviável face à atual situação orçamental. A UE tem criticado impostos sobre bancos e energia.

A delegação de alto nível da Comissão Europeia deverá deslocar-se a Budapeste na próxima semana para uma ronda de negociações de cinco dias sobre os fundos. A visita visa avançar no desbloqueio dos fundos congelados.

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