- Xi Jinping avisou que Taiwan pode estragar as relações entre os dois países se o tema for mal gerido, durante a cimeira em Pequim com Donald Trump.
- O encontro iniciou de forma amistosa, com cerimónia de abertura e elogios mútuos, descrito como a maior cimeira entre as duas maiores potências.
- Trump chegou acompanhado de vários CEOs, entre eles Elon Musk e Tim Cook, enfatizando o foco financeiro da visita.
- Xi afirmou que as portas da China para o mundo vão abrir-se cada vez mais e que as empresas norte-americanas terão perspetivas melhores no país.
- A China renovou as licenças para importar carne de vaca processada dos EUA, restabelecendo este canal comercial após ter sido suspenso em 2025 devido a tarifas.
O presidente chinês, Xi Jinping, recebeu o presidente dos EUA, Donald Trump, em Pequim para uma cimeira marcada pela promessa de cooperação e pelo tom amistoso. O encontro ocorre pela primeira vez entre os líderes das duas maiores potências em quase uma década.
Trump foi recebido com uma parada militar no Grande Salão do Povo. O líder norte-americano descreveu a cimeira como a maior de sempre e elogiou Xi como um grande líder, num início que sinaliza intenções de maior diálogo entre as partes.
Nos bastidores, a economia ganhou destaque na agenda. Pequim mostrou abertura a mais relações comerciais, enquanto executivos de peso acompanharam Trump, como Elon Musk e Tim Cook, sublinhando a importância empresarial do encontro.
Progresso económico
Após a reunião de cerca de duas horas, Xi afirmou que as portas da China para o mundo vão abrir-se cada vez mais, e que as empresas norte-americanas terão melhores perspetivas no mercado chinês.
A China renovou, ainda, as licenças para a importação de carne de vaca processada dos EUA, revogando uma suspensão que vigorava desde março de 2025, medida ligada a questões tarifárias entre as duas potências.
Taiwan no centro
Entretanto, Xi advertiu sobre Taiwan, afirmando que, se a questão for mal gerida, pode haver colisão ou confronto entre os dois países, colocando em risco a relação EUA-China. O tema persiste como o principal entrave diplomático.
A reunião reforça a tentativa de aprofundar o diálogo bilateral, apesar de tensões históricas. O andamento diplomático permanece sob escrutínio, com a verificação de resultados práticos ainda em curso.
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