- A indústria conserveira portuguesa enlata 39 espécies de peixe, moluscos, bivalves e crustáceos.
- O portfólio disponível no mercado ultrapassa as 850 referências de conservas.
- As conservas já não são apenas sardinha ou atum; existem diversas combinações e utilizações.
- Chefs usam as conservas como protagonistas em receitas e partilham conselhos de uso.
- Existem negócios de restauração para os quais as latas são escolhas centrais.
A indústria conserveira portuguesa já não se limita a sardinha ou atum. O setor destaca-se hoje pela oferta de 39 espécies de peixe, moluscos, bivalves e até crustáceos, em várias combinações que geram mais de 850 referências no mercado nacional.
Segundo dados do setor, as conservas portuguesas abrangem uma diversidade que ultrapassa as opções tradicionais, abrangendo produtos que vão além da pesca comum. Os produtores investem em variedade para atender distintos paladares e usos culinários.
Este dinamismo é reconhecido pelos chefs, que recorrem às conservas como ingrediente protagonista em cozinhas profissionais e domésticas. A aposta na qualidade,na apresentação e na versatilidade impulsiona a presença das latas em cardápios e negócios de restauração.
Os responsáveis do setor indicam que a variedade facilita a criação de novas receitas e oportunidades de negócio, contribuindo para a visibilidade internacional da conserveira portuguesa. A oferta amplia-se, mantendo o foco na preservação e na sustentabilidade dos recursos marinhos.
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