- A seleção portuguesa está no Mundial com 26 jogadores unidos em torno de um mesmo objetivo.
- Diogo Jota e o irmão André Silva, vítimas de um acidente em Espanha, são lembrados através de uma pulseira usada por cada jogador.
- Regista‑se o primeiro aniversário da tragédia, que ocorreu na próxima sexta-feira.
- Henrique Nogueira, amigo de infância dos irmãos, diz que a lembrança lhes dá força extra e que manter a alma deles viva é muito significativo.
- A mãe dos irmãos, Dona Isabel, é descrita como profundamente sentida pela dor, destacando o peso emocional do momento.
O que aconteceu: a seleção portuguesa está no Mundial com 26 jogadores unidos em torno de um objetivo comum. Cada jogador usa uma pulseira que contém as memórias de Diogo Jota, falecido há um ano, e do irmão André Silva, vítimas de um acidente de viação em Espanha. O momento chega numa altura em que o torneio está prestes a arrancar.
Quem está envolvido: a equipa das quinas, o staff técnico e familiares das vítimas. A iniciativa de manter viva a lembrança aparece como parte da preparação para a competição.
Quando e onde: o anúncio ocorre na véspera do aniversário do acidente, com o Mundial a decorrer em território ainda por confirmar na nota original. A pulseira simboliza a força coletiva da equipa para este desafio.
Porquê: a intenção é manter viva a memória dos irmãos, reconhecidos como fonte de motivação interna. Amigo da família, Henrique Nogueira, descreve a influência das memórias e o significado de vencer o Mundial com eles presentes.
Memória que acompanha a equipa
Nos dias que antecederam o primeiro aniversário, a família foi acompanhada pela mulher de Diogo Jota, pela mãe Isabel e por outros familiares. O registo emocional é descrito como intenso e de grande impacto para quem está dentro do grupo.
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