- António Simões, um dos Magriços, diz que a geração atual deve fazer melhor do que a seleção de 1966.
- Analisa os jogos no Mundial: empate com a RD Congo e vitória sobre o Uzbequistão; afirma que o adversário influencia a exibição.
- Sobre o jogo com a Colômbia, vê a saída como oportunidade de somar sete pontos e garantir o primeiro lugar no grupo.
- Aposta numa possível campanha forte de Portugal, destacando a qualidade em todas as posições.
- Rejeita comparações entre Eusébio e Cristiano Ronaldo, dizendo que cada um atuou em épocas diferentes e que o Eusébio pode inspirar o Ronaldo.
Antonio Simões, um dos Magriços que alcançaram o melhor resultado de sempre de Portugal em Mundiais, analisa o momento da seleção atual. Reforça a importância de não comparar gerações, destacando a singularidade de cada época.
O antigo jogador comentou o empate com a RD Congo e a vitória sobre o Uzbequistão, ressaltando a evolução entre os dois jogos. Para ele, a avaliação deve considerar o adversário e a exibição coletiva, não apenas o resultado.
Simões afirmou que a interpretação da responsabilidade do jogo e a ambição de representar o país podem guiar a equipa à fase seguinte. Acredita que é possível alcançar sete pontos no grupo para assegurar o 1º lugar.
Desempenho da equipa e perspetivas
Sublinhou a qualidade de jogadores em várias posições, que, na sua visão, pode sustentar uma boa participação na Copa do Mundo. Afirmou que a seleção tem potencial para chegar longe, com uma abordagem pragmática.
Quanto à comparação com os Magriços de 1966, disse que não devia haver paralelos simplistas entre épocas distintas. A geração de 66 destacou-se pela surpresa e pela medalha de bronze, numa edição histórica.
Sobre a geração atual
Afirmou que a geração atual é outra grande formação de Portugal, destacando a vocação do jovem português para o futebol. Pede apenas que o elenco jogue com o mesmo empenho e qualidade já demonstrados.
Cristiano Ronaldo, ao bisar diante do Uzbequistão, tornou-se o jogador português com mais golos na fase final dos Mundiais, ultrapassando Eusébio. Simões considera que cada um atuou na sua altura e não incentiva comparações entre épocas.
Mensagem final sobre o objetivo da equipa
O ex-jogador desejou que Eusébio inspire Ronaldo, desejando golos para Portugal durante a Copa do Mundo. Encerra sem posições sobre as escolhas atuais, mantendo o foco no rendimento coletivo e na continuidade da competição.
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