João Pinto, ex-capitão do Sporting, assumiu este ano o comando técnico do Trissino, maior potência do hóquei em patins italiano. O emblema transalpino defrontou o Barcelona na Liga dos Campeões, empatando 4-4, num jogo marcado pela arbitragem de Teófilo Casimiro e Miguel Guilherme.
O Trissino foi penalizado com quatro penáltis a favor e nenhum contra, num desfecho polémico. Marc Grau esteve envolvido numa agressão a Andrea Malagoli, com cartão azul mostrado pelo árbitro. Já aos 6 minutos do fim, o Barça empatou através de um golo marcado com a perna de Grau, altura em que o jogo viria a desequilibrar.
João Pinto descreveu o que considerou uma situação embaraçosa a nível de arbitragem e regulamento. Questionou a atuação dos juízes, o modelo de custos da Liga dos Campeões e o impacto financeiro das deslocações para árbitros, hotel e alimentação, acrescido da taxa de inscrição de 10 mil euros. O técnico sublinhou que o Trissino investe a alto nível para competir na Europa e apelou a mudanças para evitar repetição de episódios passados.
Arbitragem e custos na Liga dos Campeões
Pinto defendeu que as regras atuais dificultam a participação de clubes com menos recursos, apontando que deslocações e despesas associadas pesam no orçamento. O Trissino afirmou manter o foco técnico e exigiu transparência na arbitragem e na governing body da competição, sem apontar soluções específicas. A Liga dos Campeões segue sob escrutínio por decisões e pelo regime de custos, segundo o clube italiano.
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