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Quatro bebés esfaqueados até à morte num infantário no Uganda

Quatro bebés entre dois e três anos são mortos a facadas numa creche em Kampala; o suspeito fingiu ser pai para entrar, motivo por esclarecer

As vítimas mortais são três meninos e uma menina
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  • Quatro bebés entre dois e três anos foram mortos à facada numa creche em Kampala, Uganda, na quinta-feira, segundo a polícia.
  • O suspeito, cerca de 30 anos, tentou entrar fingindo ser pai para aceder ao infantário e já tinha ido à escola na semana anterior para terminar a admissão.
  • No recreio estavam presentes catorze crianças; forças de segurança detiveram o suspeito após tentativa de fuga, com uso de gás lacrimogéneo.
  • Dez crianças sobreviveram ao ataque e já estão com os pais; a polícia investiga o motivo do crime, que é considerado raro no país.
  • O chefe do exército pediu pena de morte para o suspeito, numa reação pública ao incidente.

Um ataque com arma branca deixou quatro bebés mortos numa creche na capital ugandense, Kampala, na quinta-feira. O incidente ocorreu no jardim de infância do bairro de Ggaba, após um homem de cerca de 30 anos se ter feito passar por pai para aceder ao infantário.

Segundo a polícia, as vítimas têm entre dois e três anos e encontravam-se a brincar no recreio, quando o suspeito atacou. No momento do ataque estavam presentes 14 menores; dez conseguiram sobreviver ao incidente e já regressaram aos pais.

O homem já tinha visitado a creche na semana anterior para solicitar a admissão de uma criança e pagou as propinas antes de regressar na semana seguinte, desta vez para concluir a inscrição, conforme explicou a porta-voz Racheal Kawala à AFP.

Moradores tentaram impedir a fuga do suspeito, mas as forças de segurança intervieram e foi necessário recorrer a gás lacrimogéneo para dispersar a multidão e deter o suspeito. A investigação divulgou que o motivo permanece por esclarecer.

A polícia relatou que o caso é um crime violento raro no Uganda. Em reação, o chefe do exército, Muhoozi Kainerugaba, manifestou-se nas redes sociais, defendendo a pena de morte para o alegado criminoso.

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