- Os 27 líderes da União Europeia}} reúnem‑se em Bruxelas, numa cimeira de dois dias centrada na invasão da Ucrânia, no impacto da China e no orçamento plurianual de 2 biliões de euros.
- A agenda inclui ainda o Médio Oriente, a competitividade, o tráfico de droga e as migrações.
- A cimeira sucede à reunião do G7 em Évian, onde foi assinada uma declaração que reforça o apoio a Kiev e sanções contra a Rússia.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, deverá juntar‑se aos dirigentes para discutir uma via rápida de adesão à UE, que enfrenta resistências entre alguns Estados‑Membros.
- O orçamento da UE para sete anos, estimado em 2 biliões de euros pela Comissão, está a ser debatido, com propostas de cortes e debates sobre manter fundos agrícolas e de coesão.
Os 27 líderes da União Europeia reúnem-se em Bruxelas para uma cimeira de dois dias, centrada na invasão russa da Ucrânia, nos sinais da economia da China e no orçamento plurianual da UE. O encontro acontece depois da cimeira do G7 em Évian, que deixou sinais de coordenação ocidental.
Entre os temas em agenda estão também a situação no Médio Oriente, a competitividade europeia, o tráfico de droga e as migrações, com o objetivo de fortalecer a posição do bloco em defesa, economia e política externa. A reunião decorrerá em formato de negociações intensivas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, participa à sessão de quinta-feira para discutir a paz e a adesão à UE, enquanto a UE prepara um novo pacote de sanções contra a Rússia. Em Bruxelas, Angela Merkel? (Observação: manter neutralidade; o artigo não cita Merkel explicitamente.)
A UE prepara-se para apresentar um novo pacote de sanções à Rússia, acompanhado de medidas para sustentar o apoio à Ucrânia e manter pressão sobre Moscovo. A Presidência do Conselho, chefiada por Chipre, também avança com propostas para o próximo orçamento de sete anos.
Ao longo do encontro, espera-se que os líderes debatam o orçamento de cerca de 2 biliões de euros, com propostas de cortes moderados para agricultores e regiões vocacionadas. O objetivo é chegar a um acordo até dezembro, evitando prorrogações para 2027.
Entre os novos temas está a resposta aos impactos do “novo choque chinês” nas economias nacionais e a possível adoção de instrumentos comerciais reforçados para defender interesses europeus. Von der Leyen acompanha de perto o desfecho.
No âmbito externo, o alinhamento estratégico com os Estados Unidos permanece em foco, após a obtenção de apoio de Washington a medidas de contenção contra a Rússia. As conversas visam também consolidar uma via de diálogo com a China sem comprometer a autonomia europeia.
A cimeira marca a estreia de quatro novos dirigentes nacionais na liderança europeia: Péter Magyar, Andris Kulbergs, Rumen Radev e Janez Janša, que entram num debate marcado pela cooperação e pela busca de consenso entre Estados-membros.
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