- Cuba enfrenta grave crise econômica e energética devido a sanções dos Estados Unidos, com falta de energia, combustível e transportes.
- O turismo, principal fonte de receitas, está em queda acentuada, com voos suspensos e hotéis a fechar.
- Donald Trump intensifica sanções e ameaça de intervenção militar, aumentando a pressão sobre a ilha.
- Em dois mil e vinte e seis, Cuba celebra o centenário de Fidel Castro (nascido a 13 de agosto de 1926) e dez anos desde a sua morte, em 25 de novembro de 2016.
- O país continua a resistir e a procurar sobreviver, mantendo o legado histórico num contexto de crise atual.
Cuba enfrenta uma crise económica agravada por sanções impostas pelos Estados Unidos, que limitam transações comerciais, acesso a energia e viagens. A ilha vê-se sem energia suficiente, sem combustível e com transportes reduzidos, o que afeta também o turismo.
O país depende do turismo como tábua de salvação, mas as cadeias hoteleiras e as ligações aéreas estão fortemente reduzidas. A economia está sob pressão financeira, com impactos diretos na vida quotidiana dos cubanos.
Em 2026, Cuba assinala dois fatos históricos: o centenário de Fidel Castro, nascido a 13 de agosto de 1926 em Birán, e a passagem de 10 anos da sua morte, a 25 de novembro de 2016, em Havana. A situação atual é descrita como uma das mais severas da década, associada a embargos de longa data.
Segundo relatos, a administração de Donald Trump intensificou as sanções, agravando a pressão económica sobre a ilha. A resposta do governo cubano tem sido centrada na resistência, com foco em manter serviços básicos e a circulação de pessoas e bens, dentro das limitações impostas.
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