- Durante a cimeira do G7 em Evian, Trump pediu a o presidente turco? Wait—careful: No, foi ao lado de Tamim bin Hamad Al Thani, emir do Catar, que Trump criticou a ação de Israel no Líbano e o Hezbollah.
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- Em Evian, Trump afirmou que o conflito entre Israel e o Hezbollah se prolonga demais e criticou a destruição de edifícios residenciais durante operações militares.
- O presidente americano disse não estar satisfeito com a forma como Israel age no Líbano e com o Hezbollah, sugerindo que o “trabalho” deveria ter sido concluído.
- Trump avisou que a continuidade dos combates pode prejudicar o acordo de paz com o Irão, cuja formalização está prevista para sexta-feira em Genebra.
- O líder norte-americano alegou que há muitas vítimas civis nos bombardeamentos a habitações e disse que não gostou de um ataque em Beirute ocorreu duas horas antes da assinatura prevista do acordo com o Irão.
- O presidente sugeriu que a Síria poderia assumir um papel no combate ao Hezbollah, elogiando as novas autoridades sírias pela suposta estabilização do país.
Durante a cimeira do G7 em Evian, no leste de França, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a Benjamin Netanyahu que adote uma postura mais responsável no Líbano. A reunião ocorreu à margem da cimeira, com o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, como anfitrião de uma sessão bilateral.
Trump afirmou que o conflito entre Israel e o Hezbollah libanês já se prolonga além do aceitável e criticou a destruição de habitações durante operações militares. Segundo o presidente norte-americano, o decorrer dos combates prejudica a perceção de um acordo com o Irão, cuja assinatura está prevista para sexta-feira, em Genebra.
O chefe de Estado norte-americano apontou que o elevado número de vítimas civis resultante dos bombardeamentos de edifícios residenciais é inaceitável e reiterou que não é necessário demolir prédios inteiros para localizar membros do Hezbollah.
Trump disse ainda ter comunicada diretamente a Netanyahu a sua discordância relativamente a um ataque israelita em Beirute durante as negociações para o acordo com Teerão, afirmando que não gostou do que ocorreu pouco antes da assinatura.
Apesar das críticas, o líder dos EUA assegurou que não está zangado com o primeiro-ministro israelita e manteve a esperança de que o acordo com Teerão permaneça estável, independentemente de futuras ações israelitas.
O presidente norte-americano sugeriu também que a Síria poderá desempenhar um papel no combate ao Hezbollah, elogiando a capacidade das novas autoridades sírias de estabilizar o país e destacando o apoio histórico dos EUA a Israel.
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