Em Alta políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Relação do Porto confirma penas suspensas a presidente do Arouca e ex-autarca

Relação do Porto confirma penas suspensas a presidente do Arouca, ex-autarca e outros por prevaricação e falsificação de documentos

Relação do Porto confirma penas de prisão suspensas a presidente do Arouca e ex-autarca
0:00
Carregando...
0:00
  • A Relação do Porto confirmou a condenação a penas suspensas do presidente do Arouca, Carlos Pinho, do ex-presidente da câmara, José Artur Neves, e de mais três arguidos, por prevaricação e falsificação de documento.
  • As penas de prisão vão de dois anos e seis meses a três anos, suspensas na sua execução pelo mesmo período.
  • Foi mantida a condenação de Carlos Pinho ao pagamento de uma multa de vinte e dois mil e quinhentos euros.
  • O caso envolve obras de pavimentação da pista e acessos do Estádio Municipal de Arouca, entregues em 2013 à empresa de Carlos Pinho, sem procedimento de contratação adequado.
  • Em 2015, foi considerada a celebração simulada do procedimento contratual que permitiu o pagamento, com intervenção de todos os arguidos nessa fase; os cinco arguidos já tinham sido condenados pelo Tribunal de Aveiro a treze de março de dois mil e vinte e cinco.

A Relação do Porto confirmou a condenação de penas suspensas para o presidente do Futebol Clube de Arouca, Carlos Pinho, o ex-presidente da Câmara de Arouca, José Artur Neves, e mais três arguidos, por prevaricação e falsificação de documento. As penas variam entre dois anos e seis meses e três anos, suspensas pelo mesmo período.

A decisão mantém a multa de 22.500 euros aplicada à sociedade de Carlos Pinho. O caso relaciona-se com obras de pavimentação da pista e acessos do Estádio Municipal de Arouca, entregues em 2013 à empresa de Pinho.

Segundo a Procuradoria-Geral da República do Porto, as obras decorreram sem procedimento de contratação e, em 2015, houve uma celebração simulada do procedimento que permitiu o pagamento. A Relação confirmou a factualidade provada na primeira instância.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais