- O líder do Chega, André Ventura, disse que não houve entendimento com o Governo sobre a reforma laboral após a reunião com o primeiro-ministro em São Bento.
- Ventura afirmou que, se não houver alterações em temas considerados essenciais, o Chega votará contra a reforma laboral.
- Um dos pontos de discórdia permanece a descida da idade da reforma e a reposição de dias de férias.
- Segundo o líder do Chega, ficou acordado com o primeiro-ministro que o partido irá apresentar, novamente, as suas propostas.
- A proposta de lei será discutida em plenário no dia 18 de junho, com votação na generalidade prevista para 19 de junho.
O líder do Chega, André Ventura, afirmou nesta quinta-feira que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral. A reunião ocorreu na residência oficial de São Bento, em Lisboa, entre o presidente do Chega e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e foi designada pelo gabinete como uma reunião de trabalho.
Ventura explicou aos jornalistas que as mensagens centrais da reforma continuam a dividir fortemente o seu partido e o Governo. Entre os temas contestados estão a possível descida da idade da reforma e a reposição de dias de férias.
Segundo o líder do Chega, ficou acordado que o partido vai sistematizar as propostas apresentadas e reavá-las. Questionado sobre perspetivas de negociação, respondeu que isso depende do Governo. A proposta de lei será debatida no plenário, com votação prevista na generalidade para o dia 19 de junho.
A reunião de hoje ocorreu antes do debate previsto para a generalidade da reforma laboral, que tem sessão marcada para o plenário no dia 18, com votação esperada no dia seguinte, 19 de junho.
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