Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ébola em Itália: autoridades analisam dois casos vindos de Uganda

Alerta sanitário na Lombardia após regresso do Uganda; dois suspeitos de Ébola em Milão sob vigilância, resultados dos testes esperados hoje

Hospital e pessoal de saúde com fatos de proteção contra o vírus Ébola
0:00
Carregando...
0:00

A Itália está em alerta devido a dois casos suspeitos de Ébola, registados na região de Como, após regresso de Uganda. Dois cidadãos, uma mulher de Lurate Caccivio e um homem de Bulgarograsso, regressaram há menos de 24 horas com outros familiares, após três meses de cooperação humanitária. Mantêm sintomas compatíveis com o vírus.

Os serviços de saúde ativaram o protocolo de emergência na Lombardia. Os doentes foram transferidos para o Hospital Sacco de Milão, unidade especializada em doenças infecciosas de alto risco, para realização de exames conforme protocolos nacionais e internacionais.

Ainda não há confirmação oficial de Ébola, segundo explicou o responsável regional pela saúde, Guido Bertolaso. Os resultados de diagnóstico são esperados durante a tarde, com permanência de vigilância intensiva até confirmação clínica.

Situação clínica dos pacientes

A mulher, de 30 anos, apresenta febre alta e perturbações neurológicas. A filha, também em Uganda, contraiu malária. O homem, 31 anos, regista febre de 38ºC e sintomas gastrointestinais, mantendo-se sob vigilância.

As autoridades destacam que a hipótese mais provável é malária, em vez de Ébola. Enquanto isso, os outros cinco membros das duas famílias estão a ser monitorizados pelas autoridades de saúde.

Resposta institucional e vigilância

O Ministério da Saúde assegura que o risco em Itália permanece muito baixo e que o sistema de resposta a emergências está operacional. O acompanhamento é realizado em cooperação com a Região Lombardia e unidades como Spallanzani (Roma) e Sacco (Milão).

Foi realizada uma reunião do Health Security Committee da Comissão Europeia para analisar a situação. As autoridades reiteram a necessidade de confirmação clínica e comunicação responsável para evitar alarmismo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais