A Transparência Tecnológica ganha foco com a utilização de Inteligência Artificial no controlo de dados públicos. A ARTE, agência criada para modernizar o Estado, pretende tornar os dados acessíveis à população, reconhecendo o papel da IA na organização e cruzamento de informações. O objetivo é facilitar a compreensão pública das decisões administrativas.
O Ministério da Reforma Tecnológica do Estado está envolvido no processo, com a ARTE a destacar que as plataformas desenvolvidas reúnem dados da academia, do setor público e do mundo empresarial. A iniciativa pretende promover decisões mais transparentes e informadas pela população.
O Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) fiscaliza mais de 14 mil entidades. Existem obrigações de planos de riscos, códigos de conduta e canais de denúncia. Dentro deste diagnóstico, a Inteligência Artificial já é usada para identificar riscos de corrupção.
Vogais do MENAC indicam que a IA é fundamental para verificar grandes quantidades de entidades públicas e privadas. A ferramenta ajuda a verificar informações e a detectar padrões de irregularidade em tempo útil, aumentando a capacidade de fiscalização.
A ARTE tem também a missão de transformar dados em informação acessível. Além de publicar dados, a agência oferece formação e recursos para que cidadãos possam analisar e verificar informações, promovendo literacia de dados.
Apoiada pela tecnologia, a divulgação de informações deve ser clara e prática. O objetivo é obter participação cívica consistente, sem depender da disponibilidade de técnicos, podendo alcançar pessoas com diferentes níveis de literacia.
Paralelamente, o artigo destaca a importância de integrar transparência e integridade no funcionamento democrático. A visão é que, com a tecnologia certa, a população entende as decisões e confia no sistema público.
Excesso de peso: dados nacionais apontam que mais de metade dos adultos tem elevado índice de massa corporal. Entre os trabalhadores com excesso, 38% são pré-obesos e 17% obesos, segundo indicadores de saúde.
Na União Europeia, as taxas variam entre países. Roménia, Finlândia e Chéquia apresentam elevada prevalência; França, Itália e os Países Baixos registam percentuais menores. Letónia, Finlândia e Irlanda destacam-se pela percentagem de obesos acima de 22%.
Obesidade e transparência convergem na ética pública. Autora Susana Coroado reforça que a transparência não é apenas publicar documentos, mas tornar a informação compreensível. Ferramentas de IA podem simplificar a linguagem burocrática.
A apresentação de dados deve ser proativa, não apenas reativa. Sistemas automáticos ajudam a disponibilizar informação de forma rápida e compreensível, promovendo escrutínio público sem violar a privacidade ou disseminação de dados sensíveis.
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