A presença de pelos no queixo nas mulheres é comum e, na maioria dos casos, não indica qualquer problema grave. No entanto, especialistas salientam que pode esconder desequilíbrios no organismo que merecem atenção.
Segundo a dermatologista Dendy Engelman, citada pela Glamour, é importante estar atenta a sinais adicionais, pois o crescimento de pelos no queixo pode refletir alterações hormonais ou outras condições de saúde que devem ser apuradas com um médico.
Para quem pretende reduzir ou eliminar os pelos, opções como depilação, descoloração e, a longo prazo, laser são comuns. O objetivo é escolher métodos adequados ao perfil de cada pessoa, sempre com cuidado dermatológico.
Principais causas
- Genética: padrões herdados de familiares, como avó ou mãe, podem explicar o surgimento dos pelos no queixo a partir de determinada idade.
- Desequilíbrio hormonal: excesso de androgénios, hormonas sexuais masculinas, pode favorecer o aparecimento de pelos indesejados.
- Idade: vulgarmente associado a idades avançadas, principalmente a partir dos 70, 80 ou 90 anos, com possível surgimento mais cedo na menopausa.
- Síndrome dos ovários policísticos (SOP): doença que afeta hormonas e reprodutivo; além de pelos, pode incluir menstruações irregulares, dificuldade em perder peso e infertilidade.
- Síndrome de Cushing: causada pelo excesso de cortisol; pode estar relacionada com certos fármacos e acompanha-se de estrias, ganho de peso e diabetes tipo 2, entre outros sinais.
- Hiperplasia adrenal congénita: condição genética rara que afeta a função das glândulas adrenais, impactando produção hormonal.
- Gravidez ou controlo de natalidade: alterações hormonais durante a gravidez podem intensificar o crescimento de pelos, geralmente de caráter temporário.
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