A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou sete casos de sarampo em Portugal em 2026, com seis pessoas não vacinadas. Todos evoluíram de forma favorável. A informação foi publicada em 21 de maio pela DGS.
Os casos distribuíram-se pelo Norte, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, envolvendo pessoas até aos 59 anos. Três casos foram importados, sem cadeias de transmissão associadas; houve uma cadeia de transmissão limitada com dois casos secundários em contexto hospitalar.
Há ainda um caso adicional sob investigação epidemiológica, sem evidência de transmissão. A DGS mantém vigilância contínua à situação na Europa e no mundo, reforçando a importância da notificação e da vacinação.
A DGS relembra a importância da vacinação contra o sarampo, destacando a imunidade de grupo para proteger vulneráveis, como bebés com menos de 12 meses e pessoas com imunossupressão. Verificar o estado vacinal é recomendado.
Quem suspeita de sarampo deve evitar contato com outras pessoas e ligar para o SNS 24. Sinais comuns incluem febre alta, tosse, rinite, conjuntivite e erupção cutânea.
O sarampo é altamente contagioso, transmitido por via aérea. A doença pode ser grave ou até fatal em alguns casos, embora seja habitualmente benigna.
Beja: três casos no Baixo Alentejo
Ainda esta semana, a ULS Baixo Alentejo informou três casos de sarampo em Beja, desde abril, com quase 500 contactos de risco. Os casos, entre 30 e 55 anos, têm ligação epidemiológica entre si.
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