Em Portugal, cerca de 4 em cada 10 adultos tem hipertensão arterial HTA. A informação surge no âmbito do Dia Mundial da Hipertensão Arterial, celebrado no domingo, ao que parece, com dados nacionais relevantes.
A avaliação indica que a prevalência pode estar subestimada. O rastreio regular ajuda a sinalizar mais casos e confere maior visibilidade a um fator de risco modificável responsável por muitas doenças cerebro-cardiovasculares.
Além de HTA, valores de pressão arterial acima de 120/70 mmHg já elevam o risco cardiovascular. Esta realidade é considerada um problema de Saúde Pública pela comunidade médica.
Importância dos rastreios
A realização de rastreios está no centro da luta contra a HTA, pois permite identificar pessoas com pressão elevada, mesmo sem diagnóstico formal, e encaminhá-las para avaliação médica.
Caminhos para reduzir o impacto
A educação de profissionais de saúde deve ser mais proativa no controlo da HTA. Paralelamente, é essencial incentivar um estilo de vida saudável: atividade física, dieta equilibrada, redução de sal, não fumar e sono adequado.
Estruturalmente, as estratégias de Saúde Pública devem melhorar os rastreios e o controlo da HTA ao longo de todas as faixas etárias. A criação de equipas multidisciplinares em cuidados primários é considerada uma mais-valia.
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