Há famílias aflitas pela dívida contraída com cursos vendidos pela empresa Joviform em escolas públicas. A Deco – Associação de Defesa do Consumidor – recebeu várias dezenas de queixas desde janeiro e vai encaminhar os casos para centros de arbitragem, procurando sentenças que suspendam os contratos.
Segundo dados já recolhidos pela Deco, os contratos envolvem pagamentos de inscrição de 90 euros e mensalidades de 130 euros. As queixas apontam dificuldades em cumprir os encargos, bem como dúvidas sobre a relação entre as atividades formativas e as escolas onde ocorrem.
A coordenadora do departamento jurídico da Deco, Ana Sofia Ferreira, confirmou o envio dos processos para arbitragem. O objetivo é obter decisões rápidas que interrompam ou suspendam os contratos controversos enquanto as reclamações são analisadas.
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