No Dia 1 de Maio, a União Geral de Trabalhadores (UGT) afirmou que não cederá perante as linhas mestras da reforma laboral apresentadas pelo Governo. A posição foi comunicada durante as comemorações tradicionais no âmbito do Arbeiro Day em Portugal.
A organização sindical aponta que as propostas gubernamentais modificam aspetos centrais de direitos e garantias dos trabalhadores. Segundo a UGT, ceder nesses pontos comprometeria a proteção laboral existente.
Apesar da contestação, a UGT sublinha a abertura ao diálogo sobre aspetos da reforma que possam melhorar a produtividade e a parceria com empregadores. A posição visa assegurar equilíbrio entre emprego, rendimentos e proteção social.
Não foi possível confirmar, a partir deste comunicado, pormenores específicos sobre quais pontos são considerados inquestionáveis pela UGT. A instituição mantém o foco em negociações futuras com o Governo.
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