Um homem lançou um cocktail molotov durante a Marcha Pela Vida, ocorrida no dia 15 de abril de 2026, em local não divulgado publicamente. O incidente levou à aplicação de prisão preventiva ao arguido, que continua em custódia.
O arguido está a ser representado pelo seu advogado, que reconhece que a conduta do seu cliente é censurável, mas afirma que o caso deve ser apreciado nos termos da lei. O conteúdo da defesa não envolve outras declarações públicas.
A decisão de prisão preventiva foi tomada pelas autoridades competentes, com vista a assegurar a ordem pública durante o evento. O arguido deverá apresentar o recurso da decisão dentro dos prazos legais.
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