O ex-ministro afirmou que é impossível para a Força Aérea assegurar um serviço de emergência médica. A declaração coloca em questão a disponibilidade de recursos e a capacidade operacional da instituição para resolver situações críticas no país.
Segundo o ex-ministro, a realidade atual envolve limitações de logística, financiamento e pessoal que impedem a garantia de um atendimento contínuo e universal. A posição foi apresentada sem apresentar soluções definitivas ou cronogramas.
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