O movimento da sociedade civil guineense acusa António Costa de manter uma relação de cumplicidade com Umaro Sissoco Embaló, referido como ditador, após uma reunião em Bruxelas com o presidente deposto da Guiné-Bissau e o ex-presidente do Senegal, Macky Sall. A denúncia aponta para um ato político consciente que, na leitura dos grupos, legitima um poder associado à repressão.
Organizações civis guineenses afirmam que o encontro, em Bruxelas, representa uma escolha política com implicações para a credibilidade moral do cargo que Costa ocupa atualmente no Conselho Europeu. A crítica sublinha que a reunião ocorre num contexto de instabilidade institucional na Guiné-Bissau.
O que está envolvido envolve três figuras: António Costa, então presidente do Conselho Europeu; Umaro Sissoco Embaló, presidente deposto da Guiné-Bissau; e Macky Sall, ex-presidente do Senegal. A reclamação sustenta que a interação com Embaló transmite legitimidade a um governo considerado por muitos fora da legalidade.
Quanto a datas exatas e ao local da reunião em Bruxelas, a informação recebida indica apenas que ocorreu na capital belga. Aparentemente, a controvérsia surgiu após a divulgação de que Costa manteve contactos com os dois líderes africanos durante a agenda oficial.
O porta-voz de Costa recusou comentar as acusações e limitou-se a confirmar a realização da reunião entre as partes. Não foram apresentadas explicações adicionais pelo lado português.
Entre na conversa da comunidade