Carlos Lage tornou-se, de forma inesperada, o relator da Constituição. A sua nomeação é apresentada como um marco numa trajetória marcada pela oposição entre militares e pela prisão em Moçambique.
Condenado a cinco anos de cadeia por se opor a círculos militares, Lage cumpriu a pena naquele país africano. A Revolução que se seguiu é descrita como o facto que lhe abriu as portas da participação política.
Trajetória de vida
De regresso, Lage passou a participar ativamente no debate público, assumindo um papel central na redação constitucional. O registo histórico aponta para uma viragem moderada, ligada à reforma política e à inclusão institucional.
A história de Lage é apresentada como exemplo de como, numa época de transformação, a oposição pode evoluir para participação formal em processos constitucionais. Não há informações adicionais sobre prazos ou instituições associadas.
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