O Governo da Madeira, liderado pelo PSD/CDS-PP, aponta avanços no uso de drones para vigilância e combate a incêndios. O anúncio foi feito por Miguel Albuquerque, em Funchal, durante a assinatura de contratos-programa com associações de bombeiros voluntários.
O chefe do executivo explicou que o projeto será desenvolvido na ARDITI, Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação, inspirado num modelo existente em Israel para apagar fogos urbanos no centro da cidade.
Na cerimónia, o governo formalizou um apoio de 7,9 milhões de euros para 2026, distribuído por sete associações de bombeiros voluntários. O montante total será repartido de forma permanente entre as entidades ao longo do próximo ano.
Os montantes por associação incluem: São Vicente e Porto Moniz, 960.427 euros; Santana, 834.374; Ribeira Brava e Ponta do Sol, 993.867; Câmara de Lobos, 1,088 milhões; Calheta, 948.981; Porto Santo, 1,1 milhões; e a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Madeirenses, sediada no Funchal, com 2 milhões de euros.
Albuquerque destacou que o socorro na Madeira deverá situar-se entre os mais avançados do país, sublinhando a importância da ligação entre centros de ciência e as corporações de socorro. O Governo Regional afirmou manter o apoio às corporações de bombeiros.
Além das corporações de bombeiros voluntários, a região conta com três corporações municipais, localizadas no Funchal, Santa Cruz e Machico, que também integram o sistema de proteção civil.
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