Mafalda Livermore, militante do Chega, é acusada de arrendar casas a imigrantes ilegais. A própria militante afirma ter em posse um áudio de uma conversa com o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Gonçalo Reis. No conteúdo alegado, o dirigente comenta que a atuação da antiga vogal dos Serviços Sociais da autarquia manteve-se competente e profissional.
A gravação é apresentada pela dirigente num entrevista à CMTV. Segundo o alegado interlocutor, a confiança na inocência de Livermore seria partilhada, mas haveria razões para proteger a Câmara Municipal de Lisboa.
Gonçalo Reis, de acordo com a edição, sugere que a decisão de repensar o papel de Livermore no Conselho de Administração dos Serviços Sociais não prenderia pela competência, mas por uma eventual reportagem. A afirmação implica uma leitura sobre pressões externas.
O áudio, se autêntico, surge num contexto de controvérsia envolvendo arrendamentos a imigrantes ilegais. O caso envolve a acusação ligada à gestão de imóveis alocados a cidadãos estrangeiros. Não houve confirmação oficial adicional pela autarquia.
As declarações referem-se a uma conversa específica entre Livermore e o vice-presidente, sem detalhar o conteúdo completo da alegada troca. A Câmara Municipal de Lisboa não confirmou publicamente o material citado.
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