O Comité Olímpico de Portugal (COP) aprovou, por unanimidade, o Plano de Atividades e o Orçamento para 2026, os primeiros sob a presidência de Fernando Gomes. A sessão, aberta à comunicação social, deixou claro o alinhamento com as promessas eleitorais de recentrar o COP no atleta.
O documento antecipa um resultado financeiro próximo do equilíbrio, com despesas de 12,288 milhões de euros e receitas de 12,293 milhões, mais um saldo positivo de 5.560 euros. Gomes afirmou que a aprovação reforça a confiança no trabalho desenvolvido.
Aprovação unânime e principais pontos
Entre as prioridades, destaca-se o aumento do contrato-programa para a preparação olímpica 2028, passando de 22 para 30 milhões de euros. O objetivo é melhorar as condições de treino e potenciar resultados para Los Angeles 2028.
O COP prevê ainda a criação de uma equipa multidisciplinar com foco em psicologia, nutrição e apoio médico, além de um regulamento para contratação de diretores técnicos e gestores desportivos, com dotação de quase 11 milhões de euros.
Missões e operacionalização
Para o próximo ciclo, estão previstas três missões: Milão-Cortina (Inverno), Taranto (Mediterrâneo) e Dakar (Juvenis). A assembleia aprovou, por maioria, a contratação de profissionais qualificados para as federações, com condições para quatro anos.
A Federação Portuguesa de Voleibol abstonau-se, contestando a exclusão de estruturas já com diretores técnicos dos apoios. O movimento não bloqueou a aprovação do plano, que continua a integrar as metas anunciadas pelo presidente.
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