- O dia internacional da eliminação da violência contra a mulher é assinalado, mas o tema exige reflexão contínua.
- Questionando estudantes universitárias com representatividade feminina, o texto mostra uma perceção comum de que os agressores são, sobretudo, homens.
- Estudos recentes indicam que as mulheres também são autoras de violência psicológica no espaço de trabalho, especialmente entre mulheres.
- A violência inclui boicotar a participação, proferir injúrias e difamação, com as aggressoras nem sempre ocupando cargos hierárquicos superiores.
- O artigo defende a revisão de estatísticas e de artigos científicos para evitar generalizações de género, sublinhando a necessidade de imparcialidade e contexto.
Recentemente assinalou-se o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher. O tema é apresentado como um foco de prevenção diário, não apenas anual. Diz-se que a violência está a crescer, também em contextos profissionais.
Estudos indicam que as mulheres podem ser autoras de violência psicológica. Em ambientes de trabalho, tendem a boicotar colegas do mesmo género e a proferir injúrias, sem necessidade de cargos hierárquicos mais altos.
Perspectivas sobre a violência psicológica entre pares
A evidência sugere que a agressão verbal e a difamação podem ocorrer entre mulheres, incluindo jovens e adultas até aos 65 anos. O fenómeno é descrito como parte de tendências de comportamento nocivas no ambiente laboral.
Ainda segundo a análise, o fenómeno não se restringe ao trabalho. Em amizades, há relatos de manobras de isolamento e manipulação que afectam dinâmicas entre mulheres. A discussão apela a estatísticas e métodos científicos para clarificar o tema.
É sublinhado que a discussão não deve associar violência apenas a homens. A abordagem recomenda avaliação imparcial de dados, sem generalizações, para compreender as diversas formas de violência entre mulheres.
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