- O Ǫuinta das Bágeiras Grande Reserva Espumante 2020 (Bairrada) foi considerado o melhor espumante de 2026.
- Torre Alvarinho 2019 (Vinhos Verdes), de Anselmo Mendes, venceu a categoria de vinhos brancos.
- Phenomena 2024 (Quanta Terra) é apontado como o melhor rosé de Portugal.
- O melhor tinto é o Casa da Passarella Vindima Dão Serra da Estrela 2014 (Dão).
- O Kopke Porto Tawny 80 Anos (Douro) foi o melhor fortificado; Olga Cavaleiro recebeu o prémio David Lopes Ramos.
A Grandes Escolhas revelou este fim de semana os vinhos que os críticos consideram melhores do ano. No Top 5 ficaram apenas vinhos do Norte e Centro de Portugal, com ênfase na produção nacional. Em espumante, o Ǫuinta das Bágeiras Grande Reserva Espumante 2020, de Bairrada, ganhou o título de melhor espumante de 2026.
Na frente dos vinhos brancos ficou o Torre Alvarinho 2019, de Anselmo Mendes, produzido em Vinhos Verdes. Para o júri, trata-se de uma expressão exemplar da variedade e da região. O prémio de melhor rosé recaiu sobre o Phenomena 2024, da Quanta Terra, elaborado a partir de Pinot Noir.
O título de melhor tinto ficou com o Casa da Passarella Vindima Dão Serra da Estrela 2014, produzido no Douro? não, na região do Dão. Este vinho destacou-se pela frescura, elegância e equilíbrio, segundo a crítica. Entre os fortificados, o Kopke Porto Tawny 80 Anos foi considerado o melhor da categoria.
Os especialistas da publicação mencionaram ainda avaliações anteriores que acompanharam estes resultados. O texto da Fugas assinalou a Torre como exemplar de uma casa que busca representar o melhor da Quinta da Torre. O vinho já foi descrito como um marco no panorama nacional por críticos de referência.
Quanto ao Phenomena, 100% Pinot Noir no planalto de Alijó, é visto como um autêntico papa-prémios pelo circuito de críticas. O rosé tem sido repetidamente citado como dos melhores do país, por combinar profundidade e equilíbrio.
A Casa da Passarella Vindima 2014, mencionada pela crítica de vinhos Ana Isabel Pereira, foi destacada pela sua vivacidade, elegância e cuidado de produção, fortalecendo a prestígio da região do Dão. O Top 30 da revista também mostra uma seleção de três vinhos que não entram na lista de espumantes e rosés.
Além dos vinhos, a Grandes Escolhas atribuiu mais de 20 troféus especiais a negócios e figuras do setor. Entre restaurantes, premiou Colmeia, Amassa Restaurante: SÁLA de João Sá e Nádia Desidério como sommelière. Olga Cavaleiro recebeu o prémio David Lopes Ramos, em memória do crítico da publicação.
Entre as distinções por áreas, a Rota da Bairrada foi destacada como melhor projeto de Enoturismo, e o evento Vignerons de Portugal foi eleito organização do ano. As empresas premiadas incluíram Lusovini, Altas Ǫuintas, Ǫuinta da Rede, Real Companhia Velha, Vinhos Borges e Materramenta. A CARMIM foi reconhecida como melhor adega cooperativa. Por fim, a Mercearia Criativa Garrafeira: A Casa ficou com o título de melhor loja gourmet, e Prova Wine Food G Pleasure foi considerado o melhor wine bar.
Entre na conversa da comunidade