- A Borges lançou pela primeira vez em quinze anos a Colheita Tardia Dão 2023.
- O vinho apresenta 80 g/L de açúcar, acidez vibrante e final seco.
- Anteriormente, a colheita tardia da Borges era feita com Encruzado.
- Notas de prova: damasco desidratado, casca de citrino, marmelada e aroma botrytizado.
- É uma colheita tardia gastronómica, indicada para acompanhar leite-creme queimado da quadra natalícia.
O vinho Colheita Tardia Dão 2023 da Borges chega ao mercado depois de 15 anos sem uma colheita tardia. O lançamento ocorre numa altura festiva, com foco na adega e na mesa de Natal, como opção gastronómica para o fim do ano.
Historicamente, a Borges tinha produzido a Colheita Tardia com a casta Encruzado. As notas iniciais remetem a damasco desidratado, casca de citrino, marmelada e aromas botrytizados, oferecendo uma presença doce tradicional.
A nova colheita apresenta 80 g/L de açúcar e acidez vibrante, terminando seco. O equilíbrio entre doçura e frescura faz do vinho uma opção elegante para acompanhar sobremesas, especialmente leite-creme queimado da quadra natalícia.
Notas de prova
Aproximadamente 15 anos depois da última colheita tardia, o perfil manteve-se delicado e fresco. O conjunto é descrito como equilibrado, envolvente e com final seco que contrasta com a doçura da prova.
Delicado e gastronómico, o vinho destaca-se pela doçura controlada e pela acidez que dinamiza a prova. A harmonização recomendada centra-se em sobremesas quentes, como leite-creme queimado.
Harmonização sugerida
A proposta da Borges aponta para combinações gastronómicas de relevo, com pratos doces que se beneficiam da acidez. A produção visa oferecer uma experiência gastronómica para a quadra natalícia, sem apelidar sabores específicos.
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