- Aveiro vai investir em videovigilância, mas sem transformar a cidade num espaço de vigilância permanente, garante o presidente Luís Souto Miranda.
- O objetivo é um modelo equilibrado e não intrusivo, com foco na prevenção, investigação e punição sem perder liberdade.
- O vereador do Chega, Diogo Machado, exige dotação orçamental para 2026, calendário de execução e responsabilidades políticas claras.
- O tema já tinha sido debatido em dezembro numa reunião com o novo comandante distrital da PSP, para analisar locais prioritários no concelho.
- O presidente reconhece incidentes de segurança, mas Aveiro continua tranquila e sem sinal de criminalidade organizada; o plano envolve cerca de duzentas câmaras, com investimento entre sete-centos mil euros e um milhão de euros no orçamento de 2026.
A Câmara Municipal de Aveiro vai avançar com um projeto de videovigilância no concelho, sem transformar a cidade num espaço de vigilância permanente. O presidente da autarquia, Luís Souto Miranda, afirma que o investimento é firme, mas limitado a um modelo equilibrado e não intrusivo.
A opção por videovigilância já foi discutida numa reunião com o novo comandante distrital da PSP e envolve locais considerados prioritários no concelho. A autarquia pretende manter a prevenção sem restringir liberdades.
O Chega pediu dotação orçamental para 2026 e um calendário de execução. O vereador Diogo Machado defende cerca de 200 câmaras, com custo estimado entre 700 mil e 1 milhão de euros, dentro do orçamento municipal.
Investimento e planeamento
Souto Miranda recordou que o processo já era estudado pelo anterior executivo e que o tema voltou a ser analisado. A autarquia reconhece incidentes de segurança, mas garante que Aveiro permanece um município tranquilo.
O Chega sustenta que a videovigilância pode responder a uma sensação de insegurança no concelho, citando aumento de vandalismo e de pequenos crimes desde 2024, sobretudo no centro urbano e na Avenida Lourenço Peixinho.
Diogo Machado aponta que exemplos de cidades semelhantes já adotaram sistemas urbanos de videovigilância sem restringir liberdades, fortalecendo prevenção, investigação e punição.
O projeto prevê cerca de 200 câmaras, com abrangência alargada ao território do concelho. O custo estimado situa-se entre 700 mil e 1 milhão de euros, considerado compatível com o orçamento de 2026.
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