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Aviso vermelho por calor em 12 distritos até domingo

Aviso vermelho estendido a 12 distritos até domingo devido a temperaturas que podem atingir 44 ºC, com medidas exceção para a agricultura

Altas temperaturas vão continuar nos próximos dias
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  • O IPMA aumentou para 12 o número de distritos de Portugal continental sob aviso vermelho devido ao calor, mantendo-se até às 23 horas de domingo.
  • Os distritos são Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria e Setúbal.
  • As temperaturas podem chegar aos 44 ºC, com mínimas entre 24 ºC e 28 ºC.
  • O Governo declarou alerta até segunda-feira e decretou exceções para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.
  • A Direção-Geral da Saúde recomenda sinalizar pessoas vulneráveis, criar abrigos temporários, disponibilizar água potável e ampliar horários de espaços climatizados; os hospitais acionaram o nível mínimo de contingência.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aumentou esta sexta-feira o aviso vermelho para 12 distritos de Portugal continental, válido até domingo. Os distritos afetados são Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria e Setúbal.

O aviso, o mais grave numa escala de três, ocorre numa fase de temperaturas elevadas que podem atingir máximas de 44 ºC, com mínimas entre 24 ºC e 28 ºC. O IPMA mantém o alerta ativo até às 23 horas de domingo.

O Governo declarou na quinta-feira situação de alerta devido ao calor extremo, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas. A medida visa reduzir riscos em áreas agrícolas sujeitas a calor intenso.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) pediu aos municípios ações para proteger a população, incluindo sinalizar pessoas vulneráveis e promover visitas domiciliárias quando possível. Também sugeriu abrir locais de abrigo temporário e assegurar água potável e o funcionamento de bebedouros públicos.

Medidas para a população

As autarquias devem coordenar com hospitais, bombeiros, forças de segurança, Cruz Vermelha Portuguesa e Segurança Social. Deve-se manter contatos preventivos com pessoas de risco e criar, onde possível, zonas de sombra e áreas de arrefecimento.

Entre as ações comunitárias, recomenda-se prolongar horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados, além de adaptar horários de trabalhos municipais ao ar livre. A DGS reforçou a necessidade de manter redes de apoio ativas durante a onda de calor.

Hospitais ativaram o nível mais baixo do plano de contingência devido à vaga de calor, de modo a assegurar atendimento adequado e disponibilidade de recursos.

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