Na quinta-feira à noite, uma vaga de incêndios florestais no sul de França, alavancada pelo vento forte, levou à retirada de milhares de pessoas. Em Canet-en-Roussillon, onde se regista um dos fogos mais intensos, o primeiro-ministro classificou o início do fenómeno como bastante violento e prematuro.
Perto de 200 bombeiros foram mobilizados para a zona, com apoio de vários helicópteros de combate a incêndios a manterem operações. O balanço inicial aponta ferimentos ligeiros em três bombeiros, enquanto as evacuações atingiram mais de 3.000 pessoas, principalmente campistas, mas também trabalhadores de empresas locais.
Entre os deslocados, a maioria vive ou trabalha na região, e a retirada abrange áreas residenciais e zonas de atividades económicas. As autoridades destacaram a necessidade de reduzir o risco de propagação enquanto as equipas atuam para controlar os incêndios.
Intervenção e desdobramentos
As autoridades municipais e estaduais coordenam as ações de contenção, com o apoio de meios aéreos e terrestres. Não foram registadas informações sobre danos significativos em infraestruturas até ao momento, nem sobre a origem dos fogos. O acompanhamento permanece a cargo dos serviços de proteção civil.
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