- A região de Fundão prevê uma colheita de 1.200 a 1.300 toneladas de cereja, quase o dobro de 2025.
- As perspetivas são positivas para Alfândega da Fé e Resende, com boa qualidade do fruto.
- Apesar da chuva recente, a perspetiva global mantém-se favorável em várias regiões produtoras.
- A chuva causou estragos na cereja precoce, gerando preocupação entre os produtores.
- Em geral, espera-se que 2026 seja uma das melhores temporadas de cereja dos últimos anos.
O setor da cereja tem perspetivas positivas para 2026, com destaque para as regiões de Fundão, Alfândega da Fé e Resende. Os produtores acompanham a evolução climática e mantêm cautela devido à imprevisibilidade meteorológica. A avaliação é de que o ano poderá figurar entre os melhores dos últimos tempos, pela qualidade e quantidade esperadas.
Em Fundão, a colheita está apontada para atingir entre 1200 e 1300 toneladas, quase o dobro do volume registado em 2025. O aumento é observado também nas outras zonas citadas, onde há melhoria de densidade de frutos e uniformidade de maturação.
Apesar do cenário global favorável, a chuva recente na região tem colocado em risco a colheita de cereja precoce. Produtores indicam danos pontuais em frutas ainda pequenas, o que pode impactar os rendimentos no início da época.
Efeitos da meteorologia e perspetivas
As perspetivas para 2026 mantêm-se otimistas, com base na qualidade do fruto e na recuperação de registos em áreas mais tardias da colheita. Observa-se melhoria de condições climáticas previstas para os próximos meses, o que poderá ajudar a conter perdas e assegurar a abundância prevista. Autoridades agrícolas e associações do setor seguem em monitorização estreita das condições meteorológicas.
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