- Portugal vai continuar a sofrer com fenómenos climáticos extremos.
- O país foi dos mais afetados do mundo pelas tempestades em fevereiro.
- A tendência aponta para a repetição de episódios do género.
- O relatório do programa Copernicus (C3S) descreve as alterações climáticas como a principal causa dos impactos crescentes e sublinha a necessidade urgente de ação global.
- Os investigadores afirmam que o fenómeno não é isolado e que o futuro deverá trazer consequências idênticas.
Portugal sofreu, em fevereiro, com um conjunto de tempestades que afetou diversas regiões. O país ficou entre os mais atingidos a nível mundial, com impactos significativos em infraestruturas e atividades.
O relatório aponta o episódio como exemplo de crescentes impactos das alterações climáticas. O Copernicus Climate Change Service (C3S) sublinha que não foi um fenómeno isolado, mas parte de uma tendência.
Os investigadores destacam que os episódios deverão repetir-se com maior frequência no futuro, a menos que sejam tomadas ações globais urgentes para mitigar as alterações do clima. O estudo reforça a necessidade de adaptação contínua.
Copernicus e o consenso científico
O relatório do programa europeu reforça que Portugal não está sozinho neste padrão de fenómenos extremos. Especialistas apelam a uma resposta coordenada a nível internacional para reduzir riscos e custos causados por tempestades futuras.
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